Missa, a cruz processional indica a todos os presentes que é Cristo quem nos mostra o caminho, e como um bom pastor, orienta a direção da marcha.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Você sabe por que o crucifixo está à frente da procissão de entrada?
Missa, a cruz processional indica a todos os presentes que é Cristo quem nos mostra o caminho, e como um bom pastor, orienta a direção da marcha.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
Crime: político comanda invasão de igreja em Curitiba
No último final de semana, em Curitiba, um vereador da cidade (Renato Freitas, PT) liderando um grupo de manifestantes invadiu a Igreja Nossa Senhora do Rosário, no centro histórico da capital, interrompendo uma Missa para um ato que reivindicava a apuração da morte de um cidadão congolês que ocorreu no Rio de Janeiro.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
O Cardeal Dom Sérgio da Rocha nos adverte sobre os perigos da moda
O Cardeal Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, em artigo publicado no jornal "A Tribuna", de 30 de janeiro, nos alerta sobre a ditadura da moda:
"Andar na moda, adquirindo e consumindo os últimos lançamentos do mercado, torna-se frequentemente o sentido da vida para muitos. A moda não se reduz ao modo de se vestir, embora nele se expresse com particular intensidade. Abrange produtos, costumes e gostos que tendem a se impor e a se padronizar com os modernos recursos de marketing no mundo globalizado. A moda pode se tornar uma espécie de poder que controla e manipula a vida das pessoas e exclui os que não se submetem aos seus padrões. Por isso, muitos já se referiram a uma espécie de “ditadura da moda”, com suas várias facetas.
O modo de vestir-se e de calçar, de comer e beber, de divertir-se, de decidir qual filme assistir ou qual música ouvir, é facilmente marcado pela última moda. As “modas” passam porque não são capazes de saciar a sede de sentido para a vida e de verdadeira felicidade. A equação entre consumir e ser feliz tem alimentado o consumismo, que na prática se revela incapaz de assegurar a felicidade prometida pela aquisição e consumo de bens. É natural que aqueles que vivem em sociedade compartilhem ideias e costumes do próprio contexto histórico e cultural, o que é um fator importante de identidade. Contudo, quando a moda se impõe, especialmente, aliada ao consumo desenfreado, as pessoas acabam perdendo suas notas essenciais, a própria identidade, a liberdade, a capacidade de pensar e discernir criticamente. Arrasta consigo o atrofiamento da singularidade da pessoa humana, obscurecendo o que faz dela “imagem e semelhança” de Deus.
Os modismos favorecem a despersonalização, a perda ou fragmentação da identidade. Um dos aspectos mais fortes da ditadura da moda é a ditadura da beleza ou do corpo perfeito, concebido segundo um padrão estético ideal, objeto de intenso marketing. Tal padrão tem tornado infeliz muita gente que não consegue alcançá-lo, especialmente, adolescentes e jovens que dele se distanciam e, por isso, chegam a entrar em crise, mas até mesmo pessoas idosas que não se dispõem a assumir serenamente as marcas do tempo. O modo como alguém vê a si próprio tem consequências enormes na própria vida. Há quem se avalia e dirige os seus passos unicamente em função do que os outros pensam e dizem a seu respeito, principalmente, sobre a sua aparência física e não a partir de uma justa visão de si mesmo. A ditadura da moda se revela fortemente como ditadura da beleza corporal ideal. O justo cuidado com a aparência pode ser um fator de autoestima e bem-estar psicológico. O excesso no cuidado estético tende a produzir pessoas infelizes, com baixa estima de si.
É importante, hoje, resgatar a simplicidade de viver e o cultivo da beleza que permanece e se fortalece com o passar da idade, deixando-se conduzir por Deus, aquele que permanece enquanto a moda passa."
É útil refletirmos sobre o assunto.
Evangelize: divulgue este post.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
Jesus cumpre a profecia: 4º Domingo do Tempo Comum
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Papa alerta acerca de como usamos as redes sociais
O texto tem como tema “Ascoltare con l’orecchio del cuore”, que pode
ser traduzido como “ouvir com o coração”.
O Papa
foi bastante duro e objetivo, dizendo que nestes tempos de redes sociais, o
comum tem sido “origliare”, uma expressão que designa escutar com o objetivo de
ter informações para fofocar, falar mal das pessoas – e não “ascoltar”, que tem
o sentido de ouvir, compreender, com as pessoas colocando-se frente a frente, o
que torna a comunicação boa, humana, leal e honesta.
Reflitamos
acerca de como usamos as redes sociais.
Evangelize:
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
O catolicismo é incompatível com o marxismo e com o comunismo
À medida em que se aproximam as eleições, ressurgem nos debates as ideias de Karl Marx, em boa parte das quais se apoia o comunismo.
Frequentemente essas ideias são apresentadas ligadas a temas como justiça social, eliminação da pobreza e outros que podem atrair as pessoas.
No entanto, convém lembrar o que nos diz o padre jesuíta Nelson Faria, em artigo publicado em 13 de janeiro pelo portal Ponto SJ, dos jesuítas portugueses.
O Padre Nelson destaca dois pontos que tornam o catolicismo e o marxismo absolutamente incompatíveis:
1 – A visão de Deus: segundo Karl Marx, Deus “não passa de um ideal e de uma projeção humana”, negando-se assim a Revelação; além disso, Marx afirma que “a religião é um instrumento de dominação”;domingo, 16 de janeiro de 2022
Muitos crucifixos no pescoço, pouca conversão
O Padre Gabriel Vila Verde alerta-nos para o risco de darmos mais prioridade a ritos e símbolos do que a Deus; disse o Padre: “muitos crucifixos no pescoço, pouca conversão”.
Partindo da liturgia de 13 de janeiro, lembra o Padre que os israelitas foram derrotados pelos filisteus em uma batalha.
Preparando-se para outra batalha, levaram a Arca da Aliança para o local da luta; no entanto, sofreram outra derrota, perdendo o triplo de homens.
Segundo o Livro do Êxodo, a Arca era feita de madeira e coberta de ouro, e continha as duas tabuas de pedra onde estavam escritos os Dez Mandamentos.
Segundo o Padre, os israelitas consideravam a Arca apenas como um talismã, não como um objeto de culto, de adoração a Deus. Os israelitas tinham abandonado o culto, pensando que a simples presença da Arca resolveria o problema.
Partindo desses fatos, o Padre traça um paralelo com posturas de pouca conversão que ocorrem hoje entre muitos católicos, dizendo: "muitos sacrários, pouca adoração; muitos terços no braço, pouca oração; muitos crucifixos no pescoço, pouca conversão; muitos templos, pouco culto; muita pregação, pouco jejum!"
Por essas razões a Igreja vive tantos escândalos, tantas batalhas perdidas: estamos imitando os israelitas, confiando apenas na presença da Arca.
Mas do que adianta termos a Arca se não fizermos a vontade de Deus?
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