sexta-feira, 25 de agosto de 2023

A Virgem Maria e a vitória contra o aborto no México.

Quando todos julgavam que o aborto passaria a ser permitido no México, a Suprema Corte daquele país decidiu em prol da vida, mantendo o aborto na ilegalidade.

Parece claro que, nesse caso, houve a intervenção da Virgem Maria pelos seus filhos mais indefesos.

Enquanto o assunto ainda estava em discussão, viralizou nas redes sociais daquele país uma pintura em que a Virgem segura um pequeno bebê, que representa as crianças em risco de aborto.

A pintura é de autoria da artista Ana Laura Salazar Orozco, que sentiu a necessidade de cria-la após assistir a um filme que mostra um caso de aborto e ao perder aquele que seria seu quarto filho, em função de uma gravidez extrauterina.

Rezemos e trabalhemos constantemente para que o aborto seja sempre reprimido.

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quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Quem eram os gentios de que fala a Bíblia?

Ao lermos a Bíblia frequentemente encontramos a palavra “gentio”, uma  palavra de origem latina, geralmente empregada no plural e que designa coletivamente os diversos grupos que compõem o  povo judeu.

A principal razão pela qual os gentios são mencionados na Bíblia é que, como descendentes de Abraão, os judeus se consideravam – e eram de fato, antes da vinda de Cristo – o povo escolhido por Deus. 

Como as nações não-judaicas não adoravam o verdadeiro Deus e geralmente se entregavam à idolatria, o termo "gôyîm", ‘gentios’, muitas vezes tem na Bíblia e no Talmud, o livro sagrado dos judeus, um significado depreciativo.

Inicialmente houve muita discussão entre os Apóstolos sobre pregar ou não aos gentios o Evangelho de Jesus Cristo.

Felizmente, São Paulo tornou-se o “Apóstolo dos Gentios” e assumiu a responsabilidade de evangelizar todas as pessoas, tanto judeus quanto gentios, trabalhando para que todos conhecessem a obra salvadora de Jesus Cristo.

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domingo, 23 de julho de 2023

MONSENHOR ARTHUR RICCI: UM PERSONAGEM IMPORTANTE NA HISTÓRIA DE JUNDIAHY

Em sua edição de 16 de maio de 1933, o jornal O Estado de S. Paulo noticiava que o
Padre Dr. Arthur Ricci proferira uma palestra no Gabinete de Leitura Ruy Barbosa.

O tema da palestra foi "o porque das difficuldades na catechese dos indigenas". O jornal concluía dizendo que o orador foi muito aplaudido.

O Padre, mais tarde Monsenhor Ricci (1903-1984), foi um personagem muito importante na vida de nossa cidade.

Foi pároco da então Matriz, hoje Catedral, tendo trabalhado muito pela criação da Diocese de Jundiaí e por outras causas nobres, como a Casa da Criança.

quarta-feira, 28 de junho de 2023

CAI MUITO O NÚMERO DE ORDENAÇÕES NA FRANÇA



O último fim de semana de junho costuma ser marcado, na tradição católica francesa, pelas ordenações de novos presbíteros.

Nos entanto, ao longo dos últimos 20 anos, a quantidade de ordenações sacerdotais diocesanas caiu pela metade na França.

De 2000 a 2010, a média dessas ordenações  esteve ao redor de 100 ao ano, número que vem caindo constantemente - em 2023 apenas 52 novos sacerdotes diocesanos foram  ordenados em toda a França.

Os seminários franceses enfrentam um panorama tão desafiador quanto o do catolicismo no país, que vem aceleradamente se secularizando.

No caso das congregações e ordens religiosas, o ano de 2023 trará apenas 37 novos sacerdotes na França.

Esse total de 89 novos sacerdotes é muito pequeno para um país que tem quase 68 milhões de habitantes, dos quais 29% se dizem católicos, mas com apenas cerca de 1,5 milhões frequentando regularmente as igrejas.

Infelizmente essa situação é generalizada: 
segundo os dados divulgados em 2022 pelo Anuário Estatístico da Igreja (Annuarium Statisticum Ecclesiae), o número de candidatos ao sacerdócio caiu de 114.058 em 2019 para 111.855 em 2020, tendo havido apenas um pequeno aumento na África - já nas Américas, o número de seminaristas diminuiu em 4,2%.

De nossa parte, devemos pedir a Deus que aumente o número de vocações, enquanto trabalhamos pelo aumento do número de vocações. 

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domingo, 18 de junho de 2023

AS ORAÇÕES JACULATÓRIAS

Através da sua conta no Twitter, o Papa Francisco explicou o que são as orações jaculatórias, algo de quase não ouvimos mais falar na Igreja.

Disse o Papa:

“Se não tens muito tempo para rezar, pode vir em teu auxílio uma sábia prática espiritual, as orações jaculatórias, orações muito curtas que podemos repetir frequentemente durante o dia para ficarmos ‘sintonizados’ com o Senhor”.

A postagem, feita no dia 5 de maio desse ano,    é direcionada principalmente às pessoas que alegam dispor de pouco tempo no dia-a-dia para se dedicarem à oração. 

A elas, o papa recomenda essa prática simples e eficaz das jaculatórias, que, conforme ele próprio definiu, são “orações muito curtas”: por isso mesmo, são de fácil memorização e servem como ajuda para ficarmos “sintonizados com o Senhor” no decorrer da jornada, em meio às tantas atividades do cotidiano.

Francisco citou exemplos:

“Assim que acordamos, podemos dizer: ‘Senhor, eu te agradeço e te ofereço este dia’; depois, antes de uma atividade, podemos repetir: ‘Vem, Espírito Santo’; e entre uma coisa e outra, podemos rezar assim: ‘Jesus, eu confio em ti e te amo’”.

O Papa aproveitou para incentivar os fiéis:

“Com quanta frequência enviamos ‘pequenas mensagens’ às pessoas que amamos? Façamos isso também com o Senhor, para que os nossos corações permaneçam conectados a Ele”.


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terça-feira, 23 de maio de 2023

O QUE É A BEATIFICAÇÃO?

Nossa Igreja examina cuidadosamente  a vida de uma pessoa a fim de determinar se ela viveu em união com Deus e praticou as virtudes cristãs num grau tão extraordinário que possa ser canonizada, ou seja, declarada santa.

Um dos primeiros grandes passos nesse caminho rumo aos altares é a beatificação. A palavra deriva do latim “beatus“, que significa “abençoado”, “bem-aventurado”; e “facere“, ou seja “fazer, tornar”. Beatificar, portanto, é simplesmente o ato de declarar um indivíduo “bem-aventurado”.

Ser beatificado é o último passo antes de ser canonizado. Para chegar à beatificação, o indivíduo precisará, via de regra, ter um milagre atribuído à sua intercessão – e depois mais um para poder chegar à canonização.

Por isso mesmo, durante o processo de beatificação, o bispo local costuma promover esta causa entre os fiéis encorajando-os a orar e a pedir a intercessão desse servo de Deus. 

Um dos tipos mais comuns de milagres obtidos por intercessão é a cura repentina de uma pessoa doente. Para que esta cura seja considerada milagrosa, a doença deve ser grave e impossível (ou pelo menos muito difícil) de curar por meios humanos e não estar num estágio em que possa desaparecer em breve, por si própria. 

Nenhum tratamento médico deverá ter sido aplicado, ou deve-se obter a certeza de que o tratamento dado não teve impacto na cura. A cura, além do mais, deve ser espontânea, completa e permanente.

Pode levar muitos anos até que um milagre seja verificado pelo Vaticano, pois centenas de casos são apresentados todos os anos. Nem todos eles são milagres de fato, e, portanto, o Vaticano precisa eliminá-los, determinando quais são autênticos e quais não são.

Além disso, quando um indivíduo é beatificado, este fato normalmente autoriza algumas dioceses a celebrarem a sua vida, o que leva os beatos a serem incluídos em alguns calendários litúrgicos. Somente quando um indivíduo é canonizado é que ele é aprovado para veneração generalizada.

A cerimônia de beatificação não pretende ser uma recompensa para certos homens ou mulheres após a sua morte, mas uma confirmação pública da sua vida santa e da sua união com Deus. 

Abaixo, segue foto da Beata Isabel Cristina Mrad Campos, natural de Barbacena, MG, assassinada aos 20 anos ao resistir a um estupro.

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segunda-feira, 15 de maio de 2023

A Encíclica Pacem in Terris e o Papa São João XXIII

A Pacem in Terris (em português Paz na Terra) é uma Encíclica do Papa São João XXIII trazendo recomendações para a busca da paz com base em princípios como Verdade, Justiça, Caridade e Liberdade.

Foi publicada no dia 11 de abril de 1963, dois meses antes da morte de João XXIII. Eram tempos difíceis, vivia-se a Guerra Fria: dois anos fora construído o Muro de Berlim e alguns meses antes acontecera a Crise dos Mísseis em Cuba, que levou o Mundo à beira de uma guerra nuclear.

Nesse cenário, João XXIII, através deste documento defende que "os conflitos entre as nações devem ser resolvidos com negociações e não com armas e com confiança mútua. O Papa disse nele que “a paz entre os povos exige: a verdade como fundamento, a justiça como norma, o amor como motor, a liberdade como clima".

Esta encíclica é considerada uma das mais importantes do século XX e é também o primeiro documento da Igreja a ser dirigido não apenas aos católicos, mas também a “todas as pessoas de boa vontade”.

São João XXIII, foi o Papa da Paz e esta Encíclica está intimamente ligada ao seu nome, que é também vista como o testamento deste grande Santo da Igreja Católica.