segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

HOMILIAS LONGAS: PREOCUPAÇÃO DO PAPA

Recentemente o Papa fez um pronunciamento contra as homilias excessivamente longas, chegando mesmo a qualificar algumas delas como “desastres”.

Segundo o Papa, as homilias não devem ser nem “aulas de filosofia” nem “conferências” e devem durar “oito, dez minutos, não mais do que isso". 

Também devem incluir sempre “um pensamento, um sentimento, uma imagem” para que “as pessoas levem algo para casa”.

Bento XVI, já dizia que “a função da homilia é favorecer uma compreensão mais ampla da Palavra de Deus na vida dos fiéis. 

Ainda segundo Bento, a homilia constitui uma atualização da mensagem da Sagrada Escritura. 

Segundo disse o Papa Francisco, se a homilia se prolonga, lesa duas características da celebração litúrgica: a harmonia entre as suas partes e o seu ritmo.

Para que isso não aconteça, "é preciso que a que a palavra do pregador não ocupe um tempo excessivo, de forma a que o Senhor brilhe mais que o ministro”, explica Francisco.

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domingo, 22 de janeiro de 2023

GOVERNO FEDERAL TEM POSTURA EM FAVOR DO ABORTO



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) contestou publicamente   o governo federal recém-empossado por tirar o Brasil do Consenso de Genebra, um pacto internacional contra o aborto, no qual o país vinha mantendo posição de liderança.

A Declaração de Consenso de Genebra sobre a Saúde da Mulher e o Fortalecimento da Família tinha sido assinada pelo Brasil em 22 de outubro de 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro, juntamente com outros 31 países. 
O documento defende uma postura pró-vida na defesa dos direitos da família, da gestante e do nascituro.


À medida que vários dos países signatários foram passando para administrações de esquerda, seus novos governos priorizaram com chamativa rapidez a ruptura do pacto já nos primeiros 30 dias desde a posse. Os casos mais emblemáticos foram os dos Estados Unidos sob Joe Biden, da Colômbia sob Gustavo Petro e, agora, do Brasil sob Luis Inácio Lula da Silva, muito embora todos eles tivessem afirmado, durantes as suas campanhas eleitorais, que não seriam promotores de bandeiras pró-aborto.

O Brasil foi desligado do Consenso de Genebra neste dia 17 de janeiro, menos de três semanas após a tomada de posse pelo novo governo federal.

A nota da CNBB, publicada no dia 18 de janeiro, recorda explicitamente que o novo governo havia garantido, na campanha eleitoral, o seu compromisso com a “defesa do nascituro”.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

O funeral de Bento XVI



Foram divulgados detalhes do funeral de Bento XVI, que o Papa Francisco presidirá amanhã, 5 de janeiro, a partir das 9h30 (5h30 em nosso horário), na Praça São Pedro. 

Celebrarão com o Pontífice, além do cardeal-decano Giovanni Battista Re, mais de 120 cardeais, 400 bispos e quase quatro mil sacerdotes. Mais de 60 mil fiéis estão previstos pela Prefeitura de Roma.

São esperadas delegações oficiais da Alemanha e da Itália, bem como líderes ecumênicos, incluindo o Metropolita Antony de Volokolamsk, de Moscou.

Na noite desta quarta-feira, o caixão de cipreste será fechado e nele serão inseridos, conforme a tradição, as medalhas e moedas cunhadas durante o pontificado de Bento XVI, os pálios como arcebispo metropolitano de Munique e Roma e o "rogito" o texto que descreve brevemente o pontificado do Papa Ratzinger, em um cilindro de metal.

Às 8h45 de quinta-feira, haverá a procissão para levar o caixão até à Praça, acompanhada da recitação do Terço. O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, esclareceu que o funeral seguirá o modelo de um Papa reinante, com algumas modificações.

Por exemplo, não haverá súplicas finais da Diocese de Roma e das Igrejas Orientais, específicas para um Papa reinante, e mesmo as leituras, em espanhol e inglês, serão diferentes. 

A primeira das cinco orações dos fiéis, em alemão, será “pelo Papa emérito Bento, que adormeceu no Senhor: que o Eterno Pastor o acolha em seu reino de luz e paz”. As demais serão em francês, árabe, português e italiano.

No final da Celebração Eucarística, Francisco presidirá o rito da Ultima Commendatio (a última recomendação) e do Valedictio (a despedida). O caixão do Pontífice emérito será levado de volta à Basílica de São Pedro e depois à cripta para o sepultamento.

Durante o rito privado, será colocada uma fita ao redor do caixão, com os selos do Cabido de São Pedro, da Casa Pontifícia e das celebrações litúrgicas. 

Em seguida, o caixão de cipreste será colocado dentro de um caixão de zinco maior, que será soldado e selado. 

Depois, será colocado numa caixa de madeira e sepultado no local anteriormente ocupado, até à beatificação, pelo caixão de São João Paulo II.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Papa Francisco agradece a Deus por ter dado Bento XVI à Igreja

Falando sobre Bento XVI, o  papa Francisco agradeceu a Deus “por tê-lo dado à Igreja e ao mundo”.

"Só Deus conhece o valor e a força de sua intercessão, de seus sacrifícios oferecidos pelo bem da Igreja", disse o papa Francisco durante  oração do "Te Deum" no Vaticano.

“Com comoção recordamos sua pessoa, tão nobre, tão gentil. E sentimos tanta gratidão em nossos corações: gratidão a Deus por tê-la dado à Igreja e ao mundo; gratidão a ele, por todo o bem que fez e, sobretudo, por seu testemunho de fé e oração, especialmente nestes últimos anos de sua vida retirada", disse Francisco.

No final da audiência geral do dia 28 de dezembro, o papa Francisco havia pedido  “uma oração especial pelo papa emérito Bento, que no silêncio está sustentando a Igreja”. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Santa Cecília: uma igreja que merece ser visitada


Localizada no largo de mesmo nome, em São Paulo, a igreja de Santa Cecília merece uma visita.

Uma de suas atrações é o órgão, que foi
inaugurado em 1913 com um concerto dado pela maior pianista brasileira, Guiomar Novaes (1894–1979).

O instrumento tem 1.300 tubos de até seis metros de altura, uma pedaleira com 30 teclas
e dois teclados com 56 teclas cada um, e foi fabricado na Alemanha por Wilhem Sauer.

O órgão ficou inativo por uma década, até ser 
restaurado em 2014; hoje, é possível escutar seu som maravilhoso nas missas aos domingos. Estima-se que existam apenas dez órgãos como esse em atividade no país.

Mas esta não é a única atração que motiva a visita à igreja de Santa Cecília: em seu teto, há uma belíssima pintura de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, feito pelo famoso pintor Benedito Calixto, que também pintou outros murais na igreja. O sino vem da antiga igreja da Sé.

A igreja merece uma visita; o acesso a ela é muito fácil - a partir de Jundiaí, trens ou ônibus de linha destinados à estação Barra Funda, permitem tomar o metrô até a estação do mesmo nome.

domingo, 11 de dezembro de 2022

A lenda natalina do crisântemo

Diz a lenda que vivia na Floresta Negra, na Alemanha, um camponês chamado Hermann.

Na véspera de Natal, quando voltava  para casa, encontrou, caído na neve, um pobre menino que estava quase morto.

Tomou a criança nos braços e levou-a para a sua modesta cabana. A mulher do camponês e seus filhos tiveram, também, muita pena do infeliz e com ele repartiram alegremente a humilde ceia de Natal que tinham preparado.

O pequeno, que a bondade daquela gente havia confortado, passou a noite na cabana  e, na manhã seguinte, sem que ninguém pudesse notar, desapareceu.

Dias depois, ao entrar numa igreja, o camponês teve a sua atenção despertada por uma imagem do Menino Jesus e verificou, com assombro, a semelhança entre o Salvador e o pobrezinho a quem ele acudira na noite de Natal.

Não havia dúvida: o pequenino que fora socorrido e agasalhado na pobre cabana do camponês era o Menino Jesus!

Impressionado com a descoberta, Hermann voltou ao lugar em que havia encontrado o Menino Jesus e verificou que haviam milagrosamente nascido, no meio da neve, várias flores de extraordinária beleza. Apanhou cinco dessas flores e levou-as à sua mulher.

Essa flor veio a ser chamada de crisântemo: do grego  Christós, “Cristo”, e ánthemon, “flor”, ou seja: flores de Cristo.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

O livro católico mais lido depois da Bíblia

O livro católico mais lido depois da Bíblia é "Imitação de Cristo", de autoria do sacerdote agostiniano alemão Tomás de Kempis (1380-1471).


A obra tinha como objetivo original fortalecer a vida espiritual dos frades e monges da época, e foi elogiada por Dom Bosco e lida por Santa Teresinha do Menino Jesus, quando tinha 13 anos de idade.

O livro teve mais de 3.000 edições desde que foi publicado pela primeira vez e é um dos mais traduzidos do mundo.

Dividida em capítulos independentes, a obra apresenta orientações práticas para a vida do fiel. 

O objetivo é colocar o leitor em contato com Cristo e ajudá-lo na sua jornada espiritual.

É uma obra de fácil leitura e pode ser encontrada na internet, gratuitamente, neste endereço

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