"A contribuição das mulheres não deve se limitar a temas femininos ou a reuniões apenas entre mulheres. O diálogo é um caminho que a mulher e o homem devem percorrer juntos. Hoje mais do que nunca é necessário que as mulheres estejam presentes";
"As mulheres e as crianças estão entre as vítimas mais frequentes de uma violência cega";
"É preciso valorizar o papel da mulher".
Nessa linha de valoriza-las e homenageá-las por esta data, cabe lembrar algumas figuras femininas que tiveram um papel extremamente importante na vida da Igreja. Além dessas, evidentemente não podemos nos esquecer de Maria, a mais importante delas.
Teresa de Ávila (1515-1582)
A carmelita é provavelmente a mulher de maior destaque em toda a história da Igreja – se descontarmos Maria e outras citadas pela Bíblia. Uma das grandes personalidades da Reforma Católica, período de reação à Reforma Protestante, Teresa foi a primeira mulher a ser declarada Doutora da Igreja, em 1970. Seus textos – Castelo Interior, Caminho de Perfeição e muitos outros – são referência indispensável para a mística e a espiritualidade cristãs. Em vinte anos, fundou 17 conventos.
Luísa de Marillac (1591-1660)

Teresa de Calcutá (1910-1997)
O seu nome se tornou sinônimo de bondade desinteressada. Teresa deixou o convento em que morava na Índia para se dedicar aos mais marginalizados da sociedade, devolvendo a dignidade a moribundos abandonados nas sarjetas da cidade de Calcutá. Muitas mulheres se juntaram a ela e a congregação das Missionárias da Caridade se espalhou pelo mundo. Madre Teresa foi reconhecida mundialmente pelo trabalho de sua congregação – recebeu, entre outras honrarias, o Nobel da Paz em 1979. Hoje, a congregação está presente em 133 países com mais de 4.500 religiosas, trabalhando sobretudo junto a refugiados, aidéticos, leprosos e crianças abandonadas, sem distinção de religião, como fez Madre Teresa desde o início.
Chiara Lubich (1920-2008)

A todas as mulheres, nossas homenagens, respeito e gratidão.
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